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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Ascensão e desafios de Montezano

Equipe BR Político

Rapidamente anunciado como substituto de Joaquim Levy na presidência do BNDES, o engenheiro Gustavo Montezano chegou ao que se pode considerar como o topo da carreira e viu seu nome ser comemorado pelo alto escalão do governo. O site da revista Época traça o perfil do jovem de 38 anos que é descrito como um “jovem que agitava a Tijuca” no Rio de Janeiro, e tem como amigo antigo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. A publicação destaca aqueles que serão os principais desafios de Montezano no comando do banco: acelerar as privatizações da União e “abrir a caixa-preta” do BNDES.

As questões são vistas como elementares ao projeto do governo. Já os funcionários do banco, esses esperam que o novo presidente dialogue com os servidores. “Queremos ouvir o que ele quer para o banco. Nunca tivemos experiência de guerra declarada”, disse o vice-presidente da Associação de Funcionários do BNDES, Arthur Koblitz. Sobre a classificação do BNDES como caixa-preta, insistiu: “Os especialistas que criticavam o BNDES no passado admitem que não existe mais caixa-preta. O que eles querem afinal? Nosso temor é que queiram nome, CPF, perseguição no BNDES. Isso é contra nossa história”.

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