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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A crise não vai embora

Marcelo de Moraes

Michel Temer e seus aliados calculavam que a terrível crise provocada pela paralisação dos caminhoneiros seria esquecida em duas semanas. A data prevista tinha uma razão específica. No dia 14, começa a Copa do Mundo da Rússia e aliados do presidente avaliam que as atenções gerais vão estar voltadas para o evento.

Agora, a saída de Pedro Parente joga um caminhão de lenha na fogueira da crise do governo. /Marcelo de Moraes

 

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