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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A força do WhatsApp nas eleições

José Fucs

Mais do que o Facebook e o Twitter, o que deverá fazer mesmo a diferença nas eleições é o WhatsApp, como mostra o movimento dos caminhoneiros, coordenado por meio de um grupo criado no aplicativo.

A avaliação é de Rogerio Chequer, pré-candidato do Novo ao Palácio dos Bandeirantes e um dos fundadores do Vem Pra Rua. “O pessoal não está dando a devida importância ao WhatsApp”, afirma. “Por ser uma ferramenta em que os usuários só interagem com os amigos, todo mundo lê as mensagens que chegam e o efeito multiplicador das publicações é muito maior.” / José Fucs

 

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