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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A hora das privatizações

Equipe BR Político

Pós-reforma da Previdência, que na última semana foi aprovada em primeiro turno na Câmara, uma nova fase começa a se desenhar nos planos do governo federal. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já avisou que agora será a vez de acelerar as privatizações. Um levantamento realizado pelo Estadão indica que o programa de desestatização do governo poderá render até R$ 450 bilhões. Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa e BNDES, excluídos em princípio do programa de desestatização do governo Bolsonaro, não entraram na pesquisa.

O resultado inclui 132 participações acionárias diretas ou indiretas da União, com potencial para negociação pulverizada no mercado ou em bloco, e os valores mínimos de outorga da cessão onerosa de áreas do pré-sal e de duas rodadas de licitações de petróleo e gás natural, que devem ocorrer ainda neste ano. O levantamento levou em conta operações de privatização, desinvestimento, abertura de capital e venda de participações minoritárias de estatais e suas subsidiárias. Também considerou as participações do BNDES, via BNDESPar, seu braço de investimento, em empresas de capital aberto e fechado, cujo valor total de mercado atualizado é de R$ 143,7 bilhões.

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