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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A importância da alternância de poder

Equipe BR Político

Na sua coluna desta segunda-feira no Estadão, o cientista político Carlos Pereira discorre sobre a democracia e como ela pode gerar aflição ou conforto nos eleitores a depender de seus escolhidos vencem ou perdem eleições. Mas ele argumenta que estudos mostram justamente que Estados ou países que experimentam mais corriqueiramente o fenômeno da alternância de poder estão mais blindados das aflições, pois esse fenômeno acaba fortalecendo as instituições e os órgãos de controle.

O professor da FGV-Rio e colunista de política do Estadão, Carlos Pereira

Colunista de política do Estadão, Carlos Pereira. Foto: Wilton Júnior/Estadão

“Fica claro, portanto, que a estabilidade e a qualidade da democracia não são produtos dos atributos particulares do eleito, sejam eles de esquerda ou de direita, liberais ou conservadores, comprometidos com valores e princípios democráticos ou com ideias e comportamentos autoritários. Ainda que as políticas, atitudes e discursos do atual presidente possam nos trazer aflição, encontramos conforto tanto na qualidade institucional como no grau de competição política, que torna incerto o resultado das próximas eleições, trazendo a possibilidade de mais uma alternância de poder”, escreve.

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