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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: A crise no Equador

Equipe BR Político

“Uma série de protestos liderados majoritariamente pela Conferência Nacional Indígena do Equador (Conaie), uma das mais ativas forças políticas do país, levou o presidente Lenín Moreno a decretar estado de exceção e a transferir a sede do governo de Quito para Guayaquil. Horas após a transferência, manifestantes ligados à Conaie invadiram a Assembleia Nacional, em Quito, aos gritos de “Fora, Moreno”. A polícia interveio cercando o perímetro do Parlamento e, de acordo com relatos de testemunhas, disparando bombas de gás lacrimogêneo a fim de dispersar a multidão.

O presidente Lenín Moreno diz ter decretado o estado de exceção porque o que inicialmente eram protestos contra as medidas de austeridade econômica adotadas pelo governo logo se tornaram, segundo ele, um “protesto contra o próprio governo”, com construção de barricadas e bloqueio de ruas e estradas do país por dias. Por força do decreto, o governo equatoriano pode impor toque de recolher e censurar previamente a imprensa, entre outras medidas.”

Diz trecho de editorial do Estadão desta quinta-feira, 10.

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