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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: A gestão errática da educação

Equipe BR Político

“Um mês e quatro dias após ter lançado o documento Compromisso Nacional pela Educação Básica, com medidas importantes a serem adotadas até 2022, o Ministério da Educação (MEC) tomou duas decisões surpreendentes. Rompeu o acordo de cooperação que mantinha com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), o que resultou na suspensão do repasse de R$ 130 milhões para as 3,5 mil escolas em todo o País que participam do programa federal de modernização do ensino médio. E anunciou o fim do programa de ensino básico em tempo integral, que financia escolas públicas municipais e estaduais nas atividades de português e matemática.

Os três acontecimentos dão a medida das dificuldades de gestão do MEC no governo do presidente Bolsonaro, especialmente no âmbito do ensino médio, no qual a diretoria do Inep, responsável pelas avaliações desse ciclo educacional, está sem titular há alguns meses. Desde a posse de Bolsonaro, o cargo ficou mais tempo vago do que ocupado.”, diz trecho de editorial do Estadão desta sexta-feira, 16.

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