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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: A recuperação do emprego

Equipe BR Político

“Com a geração de 121.387 postos no mês passado, o mercado de trabalho formal apresentou o melhor resultado para o mês de agosto desde 2013. É o quinto mês consecutivo que cresce o número de empregados no mercado formal. No ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mantido pelo Ministério da Economia, o saldo é positivo em 593.467 novos postos de trabalho formais, resultado melhor do que o observado nos primeiros oito meses de 2018, quando foram criadas 568.551 vagas. É um dado particularmente auspicioso porque são empregos que oferecem mais garantias para o trabalhador e, em geral, remuneração mais alta e melhores condições de trabalho.

O resultado foi comemorado pelo governo. “O Caged sinaliza a recuperação gradativa do emprego e do crescimento econômico, após um primeiro semestre repleto de desafios”, disse, em nota, o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo. De fato, outro indicador, bem mais amplo que o Caged e com períodos de aferição diferentes, igualmente vem mostrando alguma melhora no mercado de trabalho. Trata-se da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que afere a situação de todo o mercado, tanto o formal como o informal, bem como contém dados que permitem avaliar a qualidade do emprego. Na Pnad Contínua, porém, a melhora é mais lenta e se deve basicamente à expansão do mercado informal. Ou seja, a recuperação numérica vem acompanhada de algum grau de perda de qualidade do emprego.”

Diz trecho de editorial do Estadão desta sexta-feira, 27.

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