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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Aperfeiçoar, não desfigurar

Equipe BR Político

“A regra de ouro das finanças públicas – que impede o governo de se endividar para pagar gastos correntes, como salários de servidores e manutenção da máquina administrativa – impôs maior severidade à administração dos recursos públicos e, por isso, precisa ser preservada. Inscrita na Constituição (art. 167, III), a regra de ouro estabelece que o volume das operações de crédito do governo (com emissão de títulos públicos) não pode exceder as despesas de capital (investimentos e amortização da dívida).”

Trecho de editorial do Estadão deste sábado, 27.

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