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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Cinco anos do Plano Diretor

Equipe BR Político

“Aprovado em 31 de julho de 2014, o Plano Diretor de São Paulo traça a política de desenvolvimento urbano da cidade até 2030. Programas importantes avançaram, boa parte relativos àquele dentre seus objetivos que é possivelmente a sua quintessência – “reduzir as desigualdades socioterritoriais para garantir, em todos os distritos da cidade, o acesso a equipamentos sociais, a infraestrutura e serviços urbanos” –, porém outros, inclusive relacionados a este objetivo, ficaram no papel.

O Plano foi criado para corrigir as distorções do crescimento desordenado de São Paulo no século passado. Entre as diretrizes equivocadas que contribuíram para essa desordem, como apontou o relator do Plano, Nabil Bonduki, em artigo na Folha de S.Paulo, estão “a prioridade para o transporte individual, a canalização de córregos e rios abrindo avenidas em fundos de vale, o desleixo na preservação das áreas verdes, a verticalização dispersa em condomínios murados unifuncionais, a segregação da moradia popular e o abandono da zona rural como reserva para a expansão urbana”. Para requalificar esse tecido urbano esgarçado, quando não retalhado, o Plano se pauta pelos seguintes princípios: a função social da cidade e da propriedade urbana e rural; equidade e inclusão social e territorial; o direito à cidade e ao meio ambiente equilibrado; e a gestão democrática”, diz trecho de editorial do Estadão desta quinta-feira, 1.

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