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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: ‘Confusão com as urnas’

Luiza Pollo

Em editorial publicado nesta terça-feira, 27, o Estadão comenta os pedidos pelo retorno do voto em papel. Leia trecho:

“Os advogados dessa volta ao passado partem do princípio de que o voto eletrônico não é passível de verificação posterior. Ou seja, não seria possível proceder à contagem pública dos votos, como se fazia antigamente, em ginásios apinhados de fiscais dos partidos e de funcionários a serviço da Justiça Eleitoral. Para os saudosistas, se não há publicidade sobre o escrutínio, isto é, sobre a contagem dos votos, jamais se terá a certeza da lisura do pleito.

Ora, dúvidas sobre a lisura da eleição podia haver quando a apuração dos votos se dava por meio da manipulação das cédulas, sujeita a todo tipo de fraude.”

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