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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Educação e competitividade

Equipe BR Político

“Um brasileiro nascido hoje terá, quando adulto, 56% da produtividade que poderia ter se tivesse tido acesso a sistemas de ensino e de saúde adequados. É uma das projeções sobre o Índice de Capital Humano, indicador criado em 2018 pelo Banco Mundial, apresentadas por Jaime Saavedra, seu diretor de educação, durante o debate Educação e a Agenda da Competitividade, promovido pelo instituto Todos Pela Educação e pelo Itaú BBA. O resultado é próximo à média global, com o Brasil ocupando o 81.º lugar entre 157 países, mas abaixo do que seria esperado para um país com o seu nível de renda. “Os avanços de escolaridade não têm se refletido em ganhos de produtividade”, disse Saavedra.

Por isso, em debate com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, ressaltou a necessidade de discutir novos mecanismos de financiamento que combatam a desigualdade e sejam sustentáveis do ponto de vista fiscal. No momento, a questão mais premente nessa discussão é a reformulação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).”

Diz trecho de editorial do Estadão desta quinta-feira, 14.

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