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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Empurrão é com o BC

Equipe BR Político

“Economia emperrada, com desemprego elevado, consumo fraco e indústria em marcha lenta, compõe a maior parte do cenário do novo corte de juros decidido pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC). Reduzida de 5,5% para 5% ao ano, a taxa básica de juros, a Selic, chegou ao nível mais baixo desde março de 1999, quando se tornou o principal instrumento de gestão da moeda e do crédito. A decisão foi anunciada no começo da noite de quarta-feira. Menos de 24 horas depois outro recorde foi noticiado: 24,4 milhões de trabalhadores por conta própria no trimestre encerrado em setembro. Tsunami de empreendedorismo no Brasil ou mais um efeito da desastrosa situação do mercado de emprego?

A principal fonte oficial de estímulo à atividade econômica tem sido, no Brasil, o comitê responsável pela política de juros. A taxa básica foi cortada três vezes neste ano, passando nesse período de 6,50% para 5%. A primeira redução ocorreu em 31 de julho. A redução foi justificada, em cada reunião do Copom, como necessária para estimular a economia. Em todos os casos, houve referência à ampla ociosidade dos meios de produção – máquinas, equipamentos, instalações e mão de obra. A menção teve sempre dupla finalidade.”

Diz trecho de editorial do Estadão nesta sexta-feira, 1.

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