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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Letras para todos

Equipe BR Político

“Entre as dez metas estabelecidas para a educação que constam dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável para 2030, ratificados pelos 193 países-membros da ONU, a mais básica, juntamente à escolarização universal, é que todos tenham conhecimentos primários em leitura, escrita e matemática. Embora 260 milhões de crianças no mundo ainda não frequentem escolas, o acesso tem crescido com certa velocidade. A instrução, porém, ainda é terrivelmente falha. Segundo o Banco Mundial, 53% de todas as crianças em países de média e baixa renda sofrem de “pobreza de aprendizado” (learning poverty), um critério que implica a incapacidade de ler e compreender um texto simples aos dez anos de idade – ou seja, uma capacitação um pouco acima do analfabetismo absoluto, mas um pouco abaixo do analfabetismo funcional, que pressupõe deficiências graves de escrita e cálculo.

No ritmo atual, em 2030 a proporção de crianças pobres de aprendizado nos países em desenvolvimento cairá para 43%. O Banco Mundial propõe reduzir o número atual pela metade, isto é, 26%, meta ambiciosa, mas factível, se todos os países conseguirem melhorar o ensino na mesma medida que os países de melhor desempenho entre 2000 e 2015. Pelas simulações do Banco, isso triplicaria a taxa global de progresso”. Trecho de editorial do Estadão, desta segunda, 4.

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