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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: O bom e raro exemplo do BC

Equipe BR Político

“Rumo, objetivos claros e racionais e um programa de longo prazo são algumas peculiaridades do Banco Central (BC), uma instituição com predicados muito raros, hoje, na administração federal. É difícil dizer algo semelhante sobre a Presidência da República e a maior parte do Executivo. Enquanto o BC planeja e implementa ações para baratear o crédito, expandi-lo e tornar o sistema financeiro mais funcional para o desenvolvimento, a maior parte do governo permanece quase encalhada. A proposta de reforma tributária, segundo grande item de uma agenda apenas esboçada, permanece mal definida, sem sinal de acordo mesmo entre as principais figuras do Ministério da Economia. Alheio à administração, o presidente da República enrola-se nas próprias palavras, cria conflitos estapafúrdios interna e externamente e põe em perigo, de forma repetida, os interesses comerciais e a segurança econômica do País. Enquanto isso, a autoridade monetária avança.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, apresentou com clareza as metas e o programa de trabalho da instituição em pronunciamento na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, na terça-feira.”

Diz trecho de editorial do Estadão desta quinta-feira, 29.

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