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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A Opinião do Estadão: Os desafios da Otan

Equipe BR Político

“Setenta anos após ser criada para confrontar o império soviético de Stalin e 30 anos após a queda da Cortina de Ferro, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) congregou os líderes dos 29 países-membros para uma celebração ambivalente. Por um lado, a cúpula consolidou e ampliou sua “abordagem de segurança de 360 graus”, mas, por outro, expôs sem meias palavras seus conflitos internos.

Numa tentativa de mostrar unidade após os confrontos entre seus líderes, a Aliança concordou em promover em 2020 uma revisão de seus objetivos estratégicos. É uma das reações às provocações do presidente francês, Emmanuel Macron, que recentemente afirmou que, devido às manobras erráticas dos EUA e à desarticulação em zonas críticas como a Síria, a Otan estaria sofrendo “morte cerebral”. Numa curiosa inversão de papéis, coube a Donald Trump, que outrora acusou a Aliança de “obsoleta”, desagravar as declarações que classificou de “muito insultuosas” e “muito ignóbeis”.”

Diz trecho de editorial do Estadão desta sexta-feira, 6.

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