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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A ‘pátria de toga’ e o jogo institucional

Vera Magalhães

Um País que sabe escalar os 11 juízes da sua Corte suprema, mas não os da Seleção brasileira, é um País infeliz.

Em sua coluna na Folha, Reinaldo Azevedo parte deste raciocínio para dizer que, “se magistrado aparece mais do que político ou jogador de futebol, é sinal de que o jogo da institucionalidade é pífio e tende a acabar mal”.