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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

A República do Judiciário do Brasil

José Fucs

Em artigo publicado nesta terça-feira, 5 no Estadão, o cientista político Murillo de Aragão diz que as eleições não promoverão grandes mudanças no quadro institucional do País, marcado pelo presidencialismo de coalizão, pelo ativismo do Judiciário e pela “faina diária da imprensa de desinstitucionalizar o universo político, independentemente do tamanho e da gravidade da culpa de seus atores”.

“Novos tempos já estão em vigência e não poderão ser mudados nem sequer pelas eleições de 2018”, afirma. “Caminhamos para uma República submetida ao poder burocrático dos atores do Judiciário.” / J.F.