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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Acabar com o Farmácia Popular ‘é um equívoco’

Equipe BR Político

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A professora e pesquisadora da Faculdade de Economia da USP, Leda Paulani, classificou como “equívoco” a proposta da equipe econômica do atual governo de acabar com o programa Farmácia Popular, que em 2019 atendeu 21,3 milhões de pacientes. O programa oferece medicamentos gratuitos ou com descontos de até 90%. A entrega é feita por meio de farmácias credenciadas pelo governo federal, que recebem reembolso dos produtos comercializados. A extinção serviria para compensar a proposta do ministro Paulo Guedes de oferecer um benefício médio de R$ 247 mensais do Renda Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família.

Drogaria Raia credenciada para funcionar como Farmácia Popular Foto Paulo Liebert/AE

Leda, que já foi assessora da Secretaria de Finanças da cidade de São Paulo, postou um lembrete caro aos pesquisadores de saúde pública no País. “O Estado economiza mto disponibilizando medicamentos q reduzem procedimentos médicos mais complexos e caros. Sem medicamentos, aumenta a pressão sobre o sist público de saúde, aumenta seu custo, cai a qualidade do atendimento. Ruim p/ o Estado, ruim p/ os usuários”, escreveu a economista no Twitter.

 

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