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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Acordo ameaçado

Vera Magalhães

O acordo que pôs fim à greve dos caminhoneiros está ameaçado em várias frentes: o tabelamento do preço mínimo dos frentes é questionado, o desconto de R$ 0,46 no diesel não chega às bombas, Estados e concessionárias de estradas se queixam de arcar com o prejuízo e o governo ainda estuda meios de interferir na política de preços da Petrobrás.

O imbroglio, que terá consequências políticas para o governo e pode até reavivar o movimento, está descrito nos seus vários aspectos na edição desta quinta do Estadão.