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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Acusações contra Baldy não têm relação com atual gestão, reage Doria

Equipe BR Político

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Após a recente ofensiva da Lava Jato contra o ex-governador Geraldo Alckmin, sobre o qual o PSDB divulgou nota, o governador João Doria (PSDB-SP) reagiu nesta quinta, 6, à prisão de seu secretário de Transportes, Alexandre Baldy, pela Polícia Federal. Baldy foi filiado ao PSDB de 2010 a 2015, quando exerceu o cargo de secretário do ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), também já preso por suspeitas de receber propina da Odebrecht em outubro de 2018.

Governador do Estado de São Paulo, João Doria em reunião com Hamilton Mourão, vice-presidente da República.

Governador do Estado de São Paulo, João Doria em reunião com Hamilton Mourão, vice-presidente da República. Foto: Governo do Estado de São Paulo

Agora, os investigadores apontam que ex-diretores da Organização Pró-Saúde, que administrou diversos hospitais no Estado e em outros locais do país, delataram “o pagamento de vantagens indevidas para agentes que pudessem interceder em favor da OS em relação aos pagamentos do contrato de gestão do Hospital de Urgência da Região Sudoeste (HURSO), em Goiânia, que foi administrado pela OS entre 2010 e 2017”. Durante as buscas realizadas nesta manhã, a PF apreendeu R$ 90 mil em endereço do ex-deputado, que foi ministro do ex-presidente Michel Temer.

“As acusações contra Alexandre Baldy não têm relação com a atual gestão no governo de SP. Portanto, não há nenhuma implicação na sua atuação na Secretaria de Transportes Metropolitanos. Tenho confiança de que Baldy saberá esclarecer os acontecimentos e colaborar com a Justiça”, divulgou Doria.

 

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