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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Acusações contra Bolsonaro e Eduardo já atrapalham agenda pós-reforma

Marcelo de Moraes

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Está tudo preparado para que o governo bata seu bumbo em torno da agenda econômica pós-reforma da Previdência, com a previsão de Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, irem ao Congresso, na terça, para entregar essas propostas. Mas, com a oposição se preparando para representar contra o presidente por suposta tentativa de obstrução de Justiça no caso da morte da vereadora Marielle Franco e com parlamentares prometendo pedir ao Conselho de Ética da Câmara a cassação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), as medidas para a economia já correm o risco de iniciarem sua discussão debaixo de forte turbulência política.

Como o governo precisará muito do apoio do Congresso para que essas pautas avancem, Bolsonaro e Guedes entenderam que entregar os projetos pessoalmente serviria como um gesto para prestigiar a importância do trabalho conjunto do Executivo com o Legislativo. Agora, com a pressão política aumentando sobre o presidente e um de seus filhos, já existe o temor que esse debate seja prejudicado – ou atrasado – por conta das novas crises.

 

 

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