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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Agronegócio ‘contaminado’

Equipe BR Político

O jornalista Elio Gaspari adianta que será lançado em breve o livro “Feeding the World” (Cambridge University), dos historiadores Herbert Klein, de Columbia e Stanford, e Francisco Vidal Luna, da USP, da “história da revolução ocorrida na agricultura brasileira nos últimos 50 anos, acelerada neste século”. Para o colunista, a “contaminação paleolítica obriga-o (agronegócio) a ser ouvido como um Yo-Yo Ma tocando num violoncelo rachado”. E traz dados:

“Em 1970 lá existiam 600 tratores; 15 anos depois eram 20 mil. Em 1980, quando chegou a soja, cultivaram 7.000 hectares. Em apenas nove anos, chegaram a 1,7 milhão de hectares. As taxas de fertilidade e mortalidade infantil caíram, enquanto a expectativa de vida subiu cerca de 20 anos desde 1960 (…) Entre a década de 1980 e os últimos oito anos, a produtividade das áreas plantadas cresceu 150% (…) Entre 1998 e 2017 foram produzidas 8.000 teses de mestrado e 3.000 dissertações de doutorado. No pico desse êxito está a Embrapa, que se tornou um dos melhores centros de pesquisas agrícolas do mundo. Hoje o Brasil tem a terceira maior indústria de sementes.”

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