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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Aliados cobram

Vera Magalhães

O prolongamento do silêncio sobre o caso Fabrício Queiroz, que segue sumido há uma semana, e o aparecimento, agora, de um funcionário também no gabinete de Flávio Bolsonaro que recebia benefícios e salários mesmo estando 51% do tempo em Portugal levaram mais aliados a cobrar respostas –direta ou indiretamente.

Janaina Paschoal, deputada estadual eleita, fez uma cobrança indireta em sua conta no Twitter quanto à prática de parlamentares cobrarem parcela dos salários dos funcionários. Sem citar Flávio Bolsonaro ou o caso Queiroz, mas dizendo que os “fatos” a “forçam” a falar, disse que essa prática “é bem mais deletéria do que parece”. O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, foi mais direto: disse que seria “burrice ao cubo” se as transações na conta de Queiroz forem caixinha dos salários.