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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Aliança tenta caminho ‘mais curto’ e barato na coleta de assinaturas

Cassia Miranda

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De acordo com o secretário-geral do Aliança pelo Brasil, Admar Gonzaga, para diminuir o “caminho” e o “custo”, o partido que o presidente Jair Bolsonaro tenta criar mudou a estratégia de envio dos registros aos cartórios. Um “detalhe”, segundo ele. “Tava fazendo um caminho muito longo que aumentava o nosso custo”, disse o secretário, nesta sexta-feira, 10, ao BRP.

Agora, ao invés de os documentos serem enviados para São Paulo, como era feito até há duas semanas, os operadores de cada região coletam os registros nos cartórios e remetem as assinaturas para verificação diretamente à Justiça Eleitoral. “A solicitação aos operadores é que mantenham esses documentos nos Estados”, afirma Admar.

Se quiser concorrer nas eleições municipais deste ano, o Aliança pelo Brasil tem até abril para conseguir coletar 492 mil assinaturas em nove Estados. Admar diz que está otimista, mas sem pressa. “A gente vai fazer o partido”, afirma. Mais de 100 mil assinaturas já foram coletadas desde dezembro, mas o secretário preferiu não comentar a marca atual.