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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Altos e baixos de Ciro no ‘JN’

Vera Magalhães

Ciro Gomes começou muito nervoso sua participação na bancada do Jornal Nacional. Confrontado pelos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos com declarações contraditórias ou polêmicas, titubeou e se mostrou contrariado. O pior momento foi a defesa que fez de Carlos Lupi, presidente do PDT. Assegurou que ele não é réu, mesmo diante da informação –correta– de Bonner de que é. Disse que tem confiança cega no cacique e que ele será o que quiser em seu governo. “Cega?”, perguntou Renata. E ele repetiu.

Ciro melhorou no transcorrer da entrevista. Conseguiu encaixar uma explicação sobre o programa Nome Limpo, conhecido nas redes sociais como “SPCiro”, de limpar o nome das pessoas no SPC, e até entregou uma apostila a Bonner. E ao explicar a aliança com Kátia Abreu pretendeu emular a chapa Lula-José Alencar, num aceno ao eleitor órfão do petista. / Vera Magalhães