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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Antes aliado do PSL, Marinho ‘abraça’ o PSDB por Doria

Equipe BR Político

Suplente do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e apoiador ativo do então candidato Jair Bolsonaro, o empresário Paulo Marinho está com a missão agora de levantar o nome do PSDB no Rio de Janeiro a pedido do governador João Doria (PSDB-SP). Em entrevista ao jornal O Dia, torceu para que o próximo prefeito da capital fluminense seja tucano e o futuro presidente, o ex-prefeito de São Paulo. Ele descartou qualquer aproximação do PSDB com o governador Wilson Witzel (PSC), destacando que o ex-presidente do partido Otávio Leite aceitou fazer parte da gestão estadual enquanto “pessoa física”. Segundo ele, “o PSDB está longe do governo do governador Witzel”.

Sobre a possibilidade de ter sido escanteado por Bolsonaro, Marinho afirma que abraçou “a candidatura do capitão Bolsonaro porque eu achava que ele era o único que, naquele momento, tinhas as condições (de ser eleito). Mas o capitão Bolsonaro nunca foi o meu candidato originário. Era o governador João Dória”. O empresário diz que seu amigo, o ex-ministro Gustavo Bebianno, tem opinião parecida sobre o governador de São Paulo. “O Bebianno tem as opiniões políticas dele. Mas ele acha, como eu, que o governador Dória é um grande quadro político hoje no Brasil. Ele veio aqui (evento em sua casa) prestigiar o governador com a presença dele e veio porque é meu amigo, meu irmão e é uma pessoa que eu quero muito bem. E eu não poderia fazer uma homenagem ao governador João Dória sem que ele estivesse presente. Foi uma questão mais de afinidade comigo e também de admiração ao governador”, acrescentou.

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