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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

As reformas e a punição dos corruptos

José Fucs

O governo Temer apostou na economia, que melhorou significativamente desde a sua posse, em 2016, graças a uma agenda reformista, mas foi tragado pela moral. A análise é do professor de filosofia Denis Lerrer Rosenfeld, da UFRGS, em artigo publicado nesta segunda-feira, 14, no Estadão. “É forçoso reconhecer que os acertos econômicos foram ofuscados pela negligência no enfrentamento das questões éticas”, diz.

Para Rosenfeld, porém, a moral não pode ofuscar o que deve ser feito pelo Brasil. “A limpeza das instituições, com a punição e condenação dos corruptos, não pode dar lugar à irresponsabilidade no tratamento das grandes questões nacionais”, afirma. “Os acertos do atual governo não podem ser negligenciados pelos erros cometidos no domínio da ética.” / J.F.

 

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