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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Assassinato de Suleimani fez embaixada do Brasil em Bagdá estocar combustível

Equipe BR Político

O assassinato do general iraniano Qassim Suleimani, em janeiro, fez a embaixada brasileira em Bagdá entrar em alerta. Telegramas enviados ao chanceler Ernesto Araújo e obtidos pelo Estadão apontaram para o risco de guerra e mostram que os diplomatas adotaram medidas de segurança para proteção dos brasileiros, incluindo a compra de combustível e de comida. Nessa crise no Oriente Médio, o Brasil disse ao governo dos EUA apoiar a “luta contra o flagelo do terrorismo” e ignorou a morte do militar iraniano.

“Por instrução do titular do posto, que se encontra de férias, determinei às empresas que nos prestam serviços de segurança e logística o reforço de pessoal e coordenação com a polícia federal iraquiana; e aquisição de óleo diesel e de mantimentos adicionais, talvez precauções que se mostrarão excessivas, mas recomendáveis no momento”, escreveu o diplomata Flávio Antônio da Silva Dontal, encarregado de negócios da embaixada.

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