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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro pede o fim do ‘colonialismo’

Equipe BR Político

Em seu discurso de abertura da 74ª Assembleia-Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “os ataques” da mídia internacional e nacional sobre as queimadas na Amazônia despertaram o “sentimento patriótico” no País. Reiterou que é “falácia” o discurso de “colonialistas” de que o bioma é o pulmão do mundo ou patrimônio da humanidade. Sem citar o presidente francês, Emmanuel Macron, repetiu que “um país”, em referência à França, desrespeitou a soberania do Brasil e “ousou” sugerir sanções ao País durante a recente reunião do G-7, em Biarritz.

Jair Bolsonaro, presidente da República, discursa na 74ª Assembleia-Geral das Nações Unidas

Jair Bolsonaro, presidente da República, discursa na 74ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Foto: Johannes Eisele/AFP

Disse, no entanto, que está pronto para parcerias com a comunidade internacional, inclusive dos “disfarçados de boas intenções”, mas que não ultrapassem a linha da soberania. Nesse momento, pediu que a ONU não deixe que o colonialismo prevaleça. “A ONU teve papel fundamental na superação do colonialismo e não pode aceitar que volte”, afirmou.

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