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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bento Albuquerque sobre leilão: ‘Perdemos o timing no passado’

Equipe BR Político

O Brasil aguardou nove anos, desde que foi firmado o acordo da cessão onerosa, para realizar o leilão dos excedentes do pré-sal. Com um resultado financeiro e de procura abaixo do esperado, o governo considera agora que o Brasil “perdeu o “timing” para realizar as vendas, na avaliação do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Como efeito das rodadas realizadas nesta quinta-feira, 7, e ontem, o governo avalia fazer mudanças no regime regulatório dos leilões.

“Se perdemos ou não o timing, perdemos no passado, quando ficamos sem realizar leilões, tendo conhecimento no pré-sal, quando o preço estava mais elevado. Então acho que lá se perdeu o timing. O que estamos fazendo é não perder a oportunidade”, disse o ministro.

Diante da ausência de petroleiras estrangeiras nos dois leilões consecutivos nos quais foram oferecidas áreas de petróleo e gás, o governo também avalia mudar o regime regulatório e acabar com a preferência dada à Petrobrás.

Há também a intenção de se substituir o modelo de partilha pelo de concessão. No primeiro, sai na frente quem prometer que vai repassar mais óleo para a União à medida que a produção evoluir. Na concessão, ganha quem oferecer o maior lance de bônus, pago na assinatura do contrato, segundo o Estadão.

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