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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bia diz não ter ‘obrigação de fidelidade’ com o PSL

Equipe BR Político

Recém-expulsa do PSL, apesar de afirmar que não recebeu qualquer comunicado oficial sobre a expulsão, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), da tropa de choque do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que ela é a única parlamentar da cota dos deputados punidos pela legenda que não tem “obrigação de fidelidade” com o partido por ter sido eleita pelo extinto PRP. Ela migrou para o partido presidido pelo deputado Luciano Bivar (PE) após o PRP se fundir ao Patriota por não ter cumprido a cláusula de barreira na última eleição. Segundo documento do PSL obtido pelo Broadcast Político, a expulsão se dá porque ela faz, segundo o texto, “campanha em favor do partido em formação denominado ‘Aliança (Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro pretende tirar do papel)’”.

“Eu como todos os outros todos brasileiros, estamos apoiando a criação do Aliança (…) Não cometi nenhum ato de infidelidade. Aliás, quero deixar muito claro que não fui eleita pelo PSL. Então eu sou a única parlamentar que não tenho esse tipo de obrigação de fidelidade, mas a minha ética é tão grande que eu estou me comportando como todos os demais que têm essa fidelidade, viu, seu Bivar, o senhor sabe disso. Embora eu não tenha dever de fidelidade ao PSL, eu sou uma pessoa ética e não fico atirando atacando partido onde eu estou”, afirmou a parlamentar em live transmitida em seus perfis de rede social nesta quinta, 12.

Na semana passada, Bia foi punida pelo partido, mas uma decisão judicial reverteu a punição, o que fez o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a revogar as penalidades.

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