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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Bobo é quem pensa que Bolsonaro é bobo’

Equipe BR Político

Como explicar o “cavalo de pau” que Jair Bolsonaro deu em uma de suas principais bandeiras de campanha, o combate à corrupção? Em sua coluna no Estadão deste sábado, João Domingos, tenta explicar a última do presidente que pareceu inexplicável para sua militância: a indicação de Augusto Aras como novo procurador-geral da República. “Bobo é quem pensa que Bolsonaro é bobo”, escreveu.

“A queda dele pela família é incontestável”, admite Domingos, lembrando que a proteção a Flávio Bolsonaro seria uma das explicações para a mudança. “Mas o presidente, que foi deputado por 28 anos, que assistiu de uma posição privilegiada os impeachments de Fernando Collor e de Dilma Rousseff, sabe que nenhum governo se sustenta só numa frente de combate à corrupção. É preciso fazer a economia andar e com isso gerar empregos”, explicou. “A Lava Jato fez um limpa na corrupção, virou até uma seita seguida pelos lavajatistas. Mas comeu 500 mil empregos e acabou com um bom número de empresas conhecidas mundialmente. Dilma Rousseff não caiu pela corrupção do PT. Caiu porque destroçou a economia.”

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