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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro 2020: igual a 19, 18…

Vera Magalhães

Em poucos dias do ano, Jair Bolsonaro já:

  1. disse que os livros didáticos têm muita coisa escrita, insinuando que isso precisa ser alterado;
  2. gravou lives com camisas de times brasileiros;
  3. afirmou que, se pudesse, gostaria de trancar o inquérito que investiga o funcionamento no gabinete do filho Flávio;
  4. chamou cearenses de “cabeçudos”;
  5. disse que o general iraniano Qassim Suleimani, morto pelos Estados Unidos, não era general (!?);
  6. interveio em decisão da Aneel sobre energia solar;
  7. atacou os jornalistas;
  8. se pôs a conjecturar sobre o impacto do ataque dos EUA no Iraque sobre os preços dos combustíveis

A conclusão dos primeiros dias é que o presidente não fez nenhuma reavaliação do primeiro ano de mandato e decidiu manter os signos que pautaram sua gestão até aqui: comunicação direta e improvisada, interferência em assuntos que não domina tecnicamente, alinhamento incondicional aos EUA e conflito direto com a imprensa. Feliz 2020.

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