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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro aceita demissão de Decotelli

Equipe BR Político

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Carlos Alberto Decotelli foi ministro de Educação por cinco dias até ter sua demissão aceita nesta terça, 30, pelo presidente Jair Bolsonaro em razão das inconsistências curriculares divulgadas pelo titular do MEC. Segundo ele, pesou o fato de a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ter afirmado que ele jamais foi pesquisador ou professor titular da instituição. Ele também teve seu doutorado e pós-doutorado questionados por universidades estrangeiras e é acusado de plágio no mestrado.

Agora, o governo analisa vários nomes, entre eles o de Sérgio Sant’ana, ex-assessor especial de Abraham Weintraub e ligado a olavistas do governo; Ilona Becskehazy, atual secretária de Educação Básica no MEC e defendida por grupos considerados ideológicos; Antonio Freitas, ex-pró-reitor da FGV com o dono da Unisa, Antonio Veronezi, na torcida; Marcus Vinícius Rodrigues, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) na gestão de Ricardo Vélez; Benedito Guimarães Aguiar Neto, ex-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e hoje é presidente da Capes, no MEC.

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