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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro diz que Eduardo pode ser chanceler

Equipe BR Político

Uma semana depois de ter falado sobre o assunto pela primeira vez, nesta quinta-feira, 18, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a indicação do seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para a embaixada brasileira em Washington, nos EUA, com o argumento de que ele poderá ter um bom relacionamento com o governo americano. “Você tem que ver o seguinte: é legal? É. Tem algum impedimento? Não tem impedimento. Atende o interesse público, qual o grande papel do embaixador? Não é o bom relacionamento com o chefe de Estado daquele outro país? Atende isso? Atende. É simples o negócio”, defendeu.

Hoje, pela primeira vez, o presidente falou sobre a possibilidade de Eduardo virar chanceler. Citando como exemplo, ele disse que poderia demitir o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e indicar Eduardo para o comando do Itamaraty. “Eu posso chegar hoje e falar: Ernesto Araújo está fora, o Eduardo Bolsonaro vai ser ministro das Relações Exteriores. Ele vai ter sob seu comando, mais de uma centena de embaixadas no mundo todo”, afirmou. O presidente afirmou que, dentro do quadro das indicações políticas, vários países fazem o mesmo que ele pretende fazer. “É legal fazer no Brasil também”, disse. Ele comparou o caso com outros dois que, para ele, também foram motivados por questões políticas.

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