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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro, do indulto humanitário ao policial

Equipe BR Político

O presidente Jair Bolsonaro, que no início do mandato chegou a anunciar que, em seu mandato, não haveria indulto algum,  prometeu nesta sexta-feira, 30, que o próximo indulto de natal terá “nomes surpreendentes”. Ele voltou a dizer que pretende beneficiar policiais condenados por “pressão da mídia”, mas não citou exemplos. Em janeiro, uma proposta de perdão com viés humanitário e mais restrito até começou a ser elaborada pelo ministro Sergio Moro, da Justiça e Segurança Pública. Depois, o presidente assinou um decreto que concedia indulto humanitário a presos com doenças graves e terminais.

“Tem muito policial no Brasil, civil e militar, que foi condenado por pressão da mídia. E esse pessoal no final do ano, se Deus me permitir e eu estando vivo, vai ser indultado. Nomes surpreendentes, inclusive. Pessoas que honraram a farda, defenderam a vida de terceiros, e foram condenados por pressão da mídia”, afirmou na saída do Palácio da Alvorada.

Ontem, em live nas redes socais, Bolsonaro afirmou que o próximo indulto de natal deve beneficiar “colegas policiais que estão presos injustamente” e que espera que o “pessoal” o abasteça com sugestões de nomes. O indulto é concedido por decreto presidencial para perdoar presos condenados a determinados crimes não violentos.

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