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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro em Davos

Vera Magalhães

Em sua coluna no Estadão nesta quinta-feira, William Waack observa que a ida de Jair Bolsonaro a Davos, símbolo da globalização (ou “globalismo”, como prefere uma ala dos aliados do presidente brasileiro) se dará num momento em que dois símbolos desse movimento antiglobalismo –o Brexit e o governo de Donald Trump– enfrentam problemas. “A tentação óbvia para Bolsonaro é falar tanto aquilo que gostariam de ouvir os que ele pretende cultivar (investidores) como aqueles com os quais se alinha nessa “cruzada antiglobalista”. Não há em princípio uma contradição: os chineses se consagraram ao capitalismo dizendo que não importa a cor do gato contanto que pegue o rato.”