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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro fala de homenagem a milicianos

Equipe BR Político

Jair Bolsonaro defendeu ao jornal Washington Post de que seu filho Flávio não pode ser culpado por ter homenageado suspeitos de participar de milícias no Rio de Janeiro. As homenagens foram ao ex-policial militar e hoje acusado de ser um dos chefes da milícia Escritório do Crime Adriano Magalhães da Nóbrega, em 2003 e 2004, enquanto ele estava preso, e a Ronald Paulo Alves Pereira. Os dois foram alvos de operação policial na quarta, 23.

“Meu filho sempre trabalhou com o serviço militar do Estado do Rio de Janeiro e concedeu mais de 300 diferentes condecorações e títulos de honra aos membros que lutaram em combate. Dois deles estão sendo acusados de irregularidades. Naturalmente, a pessoa que concedeu a condecoração não pode ser culpada. Se alguma evidência se tornar disponível contra meu filho, ele será punido como qualquer outra pessoa e cumprirá sua pena”, afirmou ao jornal dos EUA. No processo de impeachment de Dilma Rousseff, o presidente, então parlamentar, homenageou o torturador Carlos Brilhante Ustra ao votar a favor do impedimento da petista.

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