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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro na ofensiva contra Doria?

Gustavo Zucchi

Em terras paulistas curtindo seus últimos dias de folga, o presidente Jair Bolsonaro parece ter se inspirado a partir para o ataque contra um de seus possíveis adversários em 2022: o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O primeiro movimento foi na tradicional transmissão nas redes sociais de toda quinta-feira. Bolsonaro aproveitou que Doria havia falado que o governo federal iria privatizar ainda em 2020 os portos de Santos e de São Sebastião para desmentir o tucano.

O atual ocupante do Palácio do Planalto afirmou que Doria estava fazendo “pressão” sobre o ministro Tarcísio Gomes de Freitas e ironizou as pretensões do governador de chegar ao posto mais alto do Executivo. “Quando o senhor for presidente da República… Daí é fácil. Só se empenhar, estar ao lado da verdade, trabalhar pelo seu Estado, ajudar a sua polícia que o senhor chegará um dia”, disse.

O segundo movimento foi nesta sexta-feira, Bolsonaro esteve reunido com “desafetos” do tucano. O presidente almoçou com os deputados estaduais Caio França (PSB), filho do ex-governador Márcio França (PSB), e Tenente Coimbra (PSL), além dos prefeitos do Guarujá, Valter Suman (PSB), e de São Vicente, Pedro Gouvêa (MDB), cunhado do ex-ocupante do Palácio dos Bandeirantes. Márcio França deve concorrer à Prefeitura de São Paulo contra aliados de Doria, como Bruno Covas e, possivelmente, Joice Hasselmann.

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