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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro ‘queima o filme’ com profissionais da Saúde

Vera Magalhães

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A facada que sofreu em setembro de 2018, a devoção com que agradeceu a médicos e a enfermeiros e a aversão da classe médica ao PT levaram a que Jair Bolsonaro fosse adotado como candidato por profissionais de saúde. A aprovação do presidente no meio aumentou após a posse, com decisões como a de não renovar o contrato com cubanos no programa Mais Médicos, que era malvisto por não exigir validação dos diplomas.

Foto: Isac Nóbrega/PR

Mas o comportamento do presidente diante da pandemia corroeu esse apoio, como mostram pesquisas específicas feitas com médicos, enfermeiros, psicólogos e dentistas em todo o País. O boicote ao isolamento social, a relativização do risco da covid-19 e a falta de reconhecimento do trabalho desses profissionais são os principais fatores apontados, ao lado da insistência em prescrever remédios e questionar dados científicos. O estrago, mostram os levantamentos, equipara a rejeição a Bolsonaro à do PT junto aos de jaleco.

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