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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Bolsonaro revela ‘meio-termo’ para prorrogar auxílio-emergencial

Equipe BR Político

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O futuro do auxílio-emergencial, no que depender de Jair Bolsonaro, deverá ser um meio-termo entre os atuais R$ 600 e os R$ 200 desejados pela equipe econômica. O presidente revelou durante cerimônia no Palácio do Planalto que quer manter o benefício, mas que infelizmente “R$ 600 pesam muito” para a União.

Os R$ 600 pesam muito para a União. Isso não é dinheiro do povo, que está guardado, é endividamento. Se o país se endivida demais, você acaba perdendo a sua credibilidade para o futuro. Os R$ 600 são muito. O Paulo Guedes… Alguém da economia falou em R$ 200, eu acho pouco, mas dá para chegar em um meio-termo e nós buscarmos que ele (auxílio) venha a ser prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano”, disse.

Segundo o Estadão, outra opção que estaria sobre a mesa seria reduzir o número de beneficiários do auxílio. Paulo Guedes deverá apresentar os cálculos até a próxima segunda-feira, já que Bolsonaro quer bater o martelo até terça-feira, 25. A perspectiva inicial é que, do jeito que está, uma prorrogação do auxílio-emergencial custaria até R$ 100 bilhões aos cofres públicos.