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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Brasil na Liga Júnior dos Brics

Equipe BR Político

Em sua coluna nesta quinta-feira no Estadão, William Waack mostra como a reorganização geopolítica do mundo, sobretudo depois de 2014, tornou o jogo nos Brics, um bloco criado inicialmente com o propósito de promover negócios entre países em desenvolvimento com grandes mercados consumidores a explorar, desigual, e deixou Brasil e África do Sul como coadjuvantes diante do novo papel que China e Rússia adquiriram na nova ordem mundial.

Líderes dos cinco países em cerimônia da cúpula do Brics em Brasília Foto: Pavel Golovkin/Reuters

Líderes dos cinco países do grupo em cerimônia da cúpula do Brics em Brasília Foto: Pavel Golovkin/Reuters

O período de paz que se seguiu ao fim da Guerra Fria e durou 25 anos foi seguido da volta com a preocupação das grandes potências com segurança e da sensação de que um abalo nas relações internacionais pode colocá-la em risco. Nesse cenário, o Brasil perdeu força inclusive como influenciador das relações no próprio continente.

“É nesse mundo multipolar muito mais perigoso, instável e imprevisível que África do Sul e Brasil têm de encontrar como fincar o pé. A África do Sul enfrenta competição da China por influência na sua própria área de atuação mais próxima. Além dessa, divide com o Brasil outra característica: o grau da crise doméstica, que parece fazer com que esses dois gigantes do Hemisfério Sul olhem apenas para dentro de si mesmos”, escreve o colunista.

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