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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Indicadores de educação no Brasil ficaram estagnados no ano passado

Equipe BR Político

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O próximo ministro da Educação do País, que deve ser escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro em breve, terá um grande desafio pela frente: reverter a estagnação dos indicadores da educação básica e superior das metas do Plano Nacional da Educação (PNE). Balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que monitora o programa, nesta quinta-feira, 2, mostrou que o Brasil só cumpriu uma das 20 metas previstas para até 2024. Segundo o relatório, em 2019, a maioria dos indicadores ficaram estagnados no País. 

Alfabetização de jovens, alunos em escolas de tempo integral, educação profissional e acesso à universidade não avançaram

Alfabetização de jovens, alunos em escolas de tempo integral, educação profissional e acesso à universidade não avançaram Foto: Alvaro Barrientos/AP

A única meta integralmente atingida no PNE é a que se refere à formação de professores do ensino superior, que já havia sido cumprida em 2018. Dos 57 indicadores, apenas 7 tiveram meta atingida. Entre as taxas que permaneceram estagnadas estão a de alfabetização de jovens, alunos em escolas de tempo integral, educação profissional e acesso à universidade. O plano foi criado em 2014 e estipula metas educacionais para serem alcançadas até 2024.

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