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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Brigalhada do PSL ofusca bons resultados

Marcelo de Moraes

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A guerra civil do PSL trouxe mais um efeito colateral negativo para o governo. No momento em que tem bons resultados para exibir, tudo fica ofuscado diante da brigalhada e autodestruição provocada pelos membros do partido, e, principalmente, pelo próprio presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Assim, crescimento do emprego – o maior em setembro desde 2013 – passa batido porque parlamentares se atacam num nível assustador. O (ainda) líder do partido na Câmara, Delegado Waldir (GO), chama o presidente de “vagabundo” e ainda o acusa de comprar apoio dos deputados para derrubá-lo da liderança. É gravíssima a acusação.

Por conta disso, ninguém parece mais dar bola para o fato que o Congresso deve concluir nessa terça a votação da reforma da Previdência no Senado. É um resultado histórico, já que a proposta é tentada, sem sucesso, por todos os governos anteriores. Mas o governo não tem tempo para bater bumbo a respeito disso porque prefere se desgastar na sua própria guerra civil. Um desperdício de energia num momento em que tudo o que o País precisa é retomar seu crescimento.

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