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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: E o preço dos combustíveis?

Equipe BR Político

Um dos desdobramentos de impacto mais direto e imediato para o Brasil da tensão entre Estados Unidos, Irã e Iraque é a alta do preço internacional do petróleo, com impacto direto no preço dos combustíveis no nosso mercado interno. O governo atua para minimizar esse efeito. Na segunda-feira, Jair Bolsonaro disse que o impacto seria menor que o esperado, e participou de reuniões a respeito do assunto, que segue na pauta dos principais jornais nesta terça-feira.

O governo estuda medidas para reduzir a alta do preço, com a possibilidade de se estabelecerem compensações para mitigar a variação dos fundos. O ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, evitou falar na possibilidade de se falar em subsídios, mas num colchão, que seria na forma de um fundo para compensar as altas. O formato ainda não está definido.

Ele disse que a discussão tem de envolver os Estados, por conta do impacto do ICMS no preço dos combustíveis, e o Congresso, para que haja uma solução duradoura que reduza a oscilação do preço. Esta é uma discussão antiga, presente também nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer, que decidiu pela oscilação do preço de acordo com o mercado internacional, mas se viu obrigado a ceder na época da greve dos caminhoneiros.

Reportagem da agência Reuters mostra que, sem reajustar preços dos combustíveis nas últimas semanas, a Petrobras está com margem pequena para manejar preços e deverá ter de reajustá-los nas refinarias nas próximas semanas.

 

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