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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão nesta quarta, 15, aborda o reiterado descaso com os cidadãos que recorrem ao INSS, não raro em situação de grande vulnerabilidade, faz parecer que o colapso da autarquia responsável por administrar o Regime Geral da Previdência Social. “aumento da carga de trabalho mais redução do quadro funcional e o resultado não haveria de ser outro: caos. Talvez seja esta uma das razões para a ausência de nada menos do que um quinto dos servidores do INSS por licença médica. Enquanto isso, beneficiários vivos são dados como mortos, estes são dados como vivos, mães que já amamentam seus filhos há seis meses ainda aguardam a liberação do auxílio-maternidade, afastados do trabalho não recebem o auxílio-doença, aposentados não recebem aposentadoria, a lista do desrespeito é longa.”

O jornal também cita a situação de 100 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada e à coleta e tratamento de esgoto e avalia a importância de investimentos sociais como viga mestra do BNDES. “Projetos da área de saneamento básico não costumam dar retorno imediato, mas são vitais para a vida urbana. Das lideranças políticas, espera-se que o espírito público norteie suas decisões. Já dos bancos privados não é esperado que desconsiderem, por razões óbvias, o retorno imediato dos investimentos que fazem. Por isso é fundamental o papel de um banco como o BNDES no financiamento de projetos de alta relevância social, como são os projetos de saneamento básico, mas que não tragam um rápido retorno financeiro.”

Por último, o Estadão fala das projeções de crescimento da economia, apontando direções. “Reduzir o déficit primário (calculado sem os juros) e reduzir o peso da dívida bruta do setor público estão entre as prioridades para 2020, como indicou o secretário da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Se for contida abaixo de 80% do PIB, essa dívida, reconheceu o secretário, ainda estará acima do patamar de países com perfil semelhante ao do Brasil. Conter a dívida é condição para o sucesso de qualquer política de crescimento. Ainda falta conhecer essa política.”

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