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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta sexta-feira, 24, o Estadão trata de dois planos em seus editoriais. O primeiro é o “arremedo” do plano Pró-Brasil, de reconstrução da economia brasileira após a crise do coronavírus. “Desorganizado, perdido e rachado por desentendimentos internos, o governo promete um programa de recuperação econômica baseado em grandes obras. Devem ser investidos R$ 250 bilhões por meio de concessões e parcerias público-privadas e R$ 50 bilhões com recursos públicos, segundo o ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto. A decisão foi anunciada em entrevista coletiva no Palácio do Planalto sem a presença de qualquer integrante do Ministério da Economia. O general, segundo se informou, coordenará o programa, batizado de Pró-Brasil.”

O segundo é o plano de São Paulo para reabrir sua economia, chamado de “responsável” pela publicação. “É com confiança, pois, que deve ser recebido o Plano São Paulo, planejamento de reabertura das atividades econômicas no Estado a partir do dia 11 de maio. As diretrizes gerais do plano foram divulgadas por João Doria na quarta-feira passada. Os detalhes, no entanto, só serão conhecidos no próximo dia 8, dois dias antes do término da vigência da atual quarentena. Até o dia 10 do mês que vem, nada muda: só permanecerão abertos os estabelecimentos que prestam serviços essenciais, como supermercados, farmácias e postos de combustíveis.”

A crise política do Palácio do Planalto também é discutida pelo jornal e foi tema da abertura da Brazil Conference – evento anual promovido por estudantes brasileiros de Harvard e do MIT . “Além da dupla crise – sanitária e econômica –, o Brasil terá de sobreviver a uma terceira – a crise política. (O economista Eduardo) Gianetti elogiou a atuação do STF ao garantir a autonomia dos Estados para executar as medidas de contenção da epidemia, e lembrou que é preciso consumar o movimento de descentralização federativa proposta pela Constituição.”

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