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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão desta quinta-feira, 16, fala do aumento das vendas do comércio varejista, 0,6% a mais em novembro com acúmulo de 3,3% de avanço em sete meses seguidos de expansão, mas alerta para a situação preocupante da indústria. “Não haverá efetiva e duradoura retomada do crescimento econômico sem a recuperação da indústria, especialmente da indústria de transformação, em crise há quase dez anos. Será necessário muito investimento em modernização e em capacidade produtiva, mas a curto prazo é preciso reduzir a ampla ociosidade das máquinas e equipamentos. Isso dependerá, em parte, de uma recuperação mais firme e mais intensa do consumo, ainda limitada por vários fatores, incluído o desemprego superior a 11% da força de trabalho.”

Em outro texto, o jornal analisa o levantamento da Agência Nacional de Águas (ANA) sobre a segurança das barragens. “A ANA aponta a necessidade de estudos a fim de criar uma fonte de recursos para dar sustentabilidade financeira às ações de segurança, em que usuários beneficiados contribuam com os empreendedores para as ações de operação, manutenção e segurança da barragem. Por fim, é preciso fomentar a cultura da prevenção e não da remediação, promovendo não só junto aos empreendedores, mas à população, a divulgação de informações e protocolos relacionados à segurança.”

No terceiro editorial, trata da tumultuada relação do presidente Jair Bolsonaro com o Legislativo. “O ministro Jorge Oliveira, advogado e policial militar da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, assumiu a SAJ no início do ano passado. Desde então, já deu aval para aumento de gastos sem dotação orçamentária, para reedição de medidas provisórias de igual teor no mesmo ano, o que é proibido pela Constituição, e chancelou a edição de decretos que continham dispositivos claramente inconstitucionais. Alguns dos erros são tão primários que comprometem bem mais do que apenas a qualidade técnica dos projetos do Executivo: depõem contra a própria Presidência da República, que parece não ter feito nada para evitar o constrangimento dos “pitos” que recebeu de ministros do Supremo Tribunal Federal, de parlamentares e de membros de outros órgãos do governo.”

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