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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste quarta-feira, 28, editorial do Estadão trata sobre o inquérito aberto pelo ministro Celso de Mello contra o presidente Jair Bolsonaro. “O presidente, como qualquer cidadão da República, tem deveres antes de direitos. E, como presidente, diferentemente dos cidadãos comuns, tem ademais o dever da transparência e da prestação de contas. Nada que envolve a Presidência da República pode ficar ao abrigo da luz, seja o simples resultado dos exames de covid-19 ao qual o presidente Bolsonaro se submeteu – que, conforme diz liminar concedida pela Justiça a pedido deste jornal, deveria ser público para que todos saibam qual é o real o estado de saúde do presidente –, sejam os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a cúpula do aparelho policial do Estado e ali aboletar seus amigos.”

O jornal discute também o decreto que flexibilizou ainda mais o monitoramento da venda de armas e munições. “Acusado pelo ex-ministro da Justiça de tentativa de ingerência sobre a Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro entrou também na mira do Ministério Público Federal (MPF) por indícios de violação à Constituição ao interferir em atos de exclusividade do Exército quando, no dia 17, revogou três portarias do Comando Logístico do Exército (Colog) sobre monitoramento de armas e munições.”

A necessidade de acesso a crédito durante a pandemia é discutida também pelo jornal. “Acossadas pela redução dos negócios, pelos problemas de caixa e pela perda de renda, empresas e famílias foram em busca de crédito para poder liquidar as contas ou simplesmente sobreviver. Em resposta aos primeiros efeitos econômicos da pandemia, o Banco Central (BC) criou condições para a expansão do crédito. Para isso, ampliou o dinheiro disponível para financiamentos e afrouxou requisitos de operação dos bancos. O resultado inicial dessa megaoperação de socorro aparece nos dados de março, com aumento mensal de 3,5% nas concessões de empréstimos, descontado o efeito sazonal. No crédito livre, isso é, sem recursos do BNDES e da poupança, a variação foi de 4%, com expansão de 28,2% no total concedido a empresas e retração de 11,4% no valor concedido a pessoas físicas.”

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